
Isaac Lima (@isaactocinho) assina a nota publicada
Em 2026, a National Academies of Sciences destacou a importância da proteção solar em áreas de alta exposição UV. O Brasil evoluiu no wellness, no skincare e no lifestyle, mas ainda resiste em tratar protetor solar como hábito básico.
Durante décadas, associamos bronze excessivo à saúde. Hoje, a ciência mostra o oposto: inflamação crônica, envelhecimento acelerado e danos acumulativos são realidade.
Nomes ligados ao surf moderno, como Pedro Scooby, já incorporaram recuperação e proteção como parte da imagem.
O Brasil refinou seu discurso, mas ainda precisa amadurecer a relação com o sol. Em 2026, proteção não é exagero… é inteligência.
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