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Grávida toma justa causa após entregar atestados falsos em Salvador

Justiça aceitou os argumentos do restaurante em que ela trabalhava como atendente

Da Redação
Da Redação
Fachada do TRT Bahia
Fachada do TRT Bahia |  Foto: Divulgação / TRT-BA

Uma atendente grávida de um restaurante na Graça, bairro de Salvador, foi demitida por justa causa após ter apresentado atestados médicos falsos. As suspeitas iniciaram em 2022, quando a ex-funcionária entregou sete documentos no período.

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A juíza Cecília Pontes, da 25ª Vara do Trabalho de Salvador, aceitou a justa causa e negou os pedidos da ex-funcionária, como verbas rescisórias, horas extras, vale-transporte e indenização pela estabilidade gestacional, segundo o Tribunal Regional do Trabalho (TRT-BA).

Os desembargadores da 4ª Turma entenderam que a estabilidade garantida na CLT, em casos de gestação, não se aplica quando a rescisão ocorre por justa causa comprovada.

Qual foi a situação?

Em 2022, as suspeitas se iniciaram quando a funcionária passou a entregar atestados médicos. Contudo, o nome do médico estava com erro. A empresa entrou em contato com a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e soube que o profissional não trabalhava no local e muito menos atendeu a trabalhadora.

De acordo com o TRT-BA, assim que o médico 'ficou por dentro', registrou um boletim de ocorrência e notificou Conselho Regional de Medicina (CRM). Segundo a UPA, dos sete, apenas um atestado era verdadeiro.

Os documentos originais nunca eram apresentados, apenas fotos por meio de aplicativo de mensagens.

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