
O laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT) trouxe novos detalhes sobre a explosão que atingiu um prédio residencial no bairro do Stiep, em Salvador, no dia 27 de fevereiro. A perícia apontou que o imóvel estava completamente fechado no momento do incidente, o que teria favorecido o acúmulo de gás dentro do apartamento antes da explosão.
Segundo informações da TV Bahia, duas hipóteses são tratadas como possíveis causas para o início da explosão: o acionamento automático da geladeira, que pode ter gerado uma faísca elétrica, ou faíscas produzidas durante uma tentativa de arrombamento da porta do imóvel. Com o gás concentrado em um ambiente fechado, qualquer pequena ignição seria suficiente para provocar a explosão.
O caso causou grande repercussão na capital baiana. A explosão foi registrada no Conjunto Habitacional dos Bancários, no Stiep, e deixou feridos, além de provocar destruição em parte da estrutura do prédio. Após o incidente, imóveis vizinhos também precisaram ser avaliados por causa dos danos provocados pelo impacto.
Ainda de acordo com a emissora, a perícia do DPT apontou ainda que o apartamento estava totalmente fechado, o que contribuiu diretamente para que o gás se acumulasse em alta concentração no ambiente. Esse cenário aumentou o risco de explosão e ajudou a explicar a força do impacto registrado no local.
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Respostas da PC e do DPT
O MASSA! entrou em contato com o Departamento de Polícia Técnica (DPT). No entanto, o órgão informou que não poderia divulgar informações sobre o laudo e orientou que o contato fosse feito com a Polícia Civil.
Já em contato com a Polícia Civil, o órgão afirmou que a resposta sobre o caso deveria ser fornecida pelo DPT. O espaço segue aberto, e a matéria será atualizada caso haja um novo posicionamento de um dos órgãos.
Relembre o caso
A explosão aconteceu no dia 27 de fevereiro, em um prédio do Conjunto Habitacional dos Bancários, no bairro do Stiep, em Salvador, após um vazamento de gás em um dos apartamentos. O incêndio e o impacto da explosão deixaram 16 pessoas feridas, entre moradores e bombeiros, além de causar destruição em parte da estrutura do edifício. Após o acidente, o prédio precisou ser interditado e parte da área foi alvo de avaliação para demolição parcial.
