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Se ligue - 28/08/2025, 20:15 - Da Redação

Pix tem novas regras para casos de golpe; saiba detalhes

Resolução foi publicada pelo Banco Central

Pix é o pagamento instantâneo brasileiro
Pix é o pagamento instantâneo brasileiro |  Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Nesta quinta-feira (28), o Banco Central (BC) publicou um resolução que muda regras do Pix para melhorar o chamado Mecanismo Especial de Devolução (MED). A mudança, que foi anunciada em abril, facilita a devolução da grana para vítimas de fraudes, golpes ou coerção.

A partir de 1º de outubro, o MED passa a ser feito de forma 100% digital, sem a necessidade de interação com o atendimento da instituição financeira. Todos os bancos participantes vão disponibilizar a funcionalidade no próprio ambiente Pix de seus aplicativos. Dessa forma, a transação poderá ser facilmente contestada, sem a necessidade de entrar em contato com a instituição financeira por meio das centrais de atendimento.

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Segundo o Banco Central, o autoatendimento do MED dará mais agilidade e velocidade ao processo de contestação de transações fraudulentas, “o que aumenta a chance de ainda haver recursos na conta do fraudador para viabilizar a devolução para a vítima”.

Além disso, a partir da resolução desta quinta, será possível fazer a devolução do dinheiro a partir de outras contas, e não apenas daquela utilizada na fraude. Até o momento, a devolução da grana só pode ser feita da conta originalmente utilizada na fraude. Porém, os fraudadores, em geral, retiram rapidamente os recursos da conta que recebeu o dinheiro e os transferem para outras. Dessa forma, quando o cliente faz a reclamação e pede a devolução, o mais comum é que a conta já esteja esvaziada.

Com as melhorias, a expectativa é que o MED vai identificar possíveis caminhos dos recursos. Essas informações serão compartilhadas com os participantes envolvidos nas transações e permitirão a devolução de recursos em até 11 dias após a contestação, de acordo com o BC. Essa mudança estará disponível a partir de 23 de novembro, de forma facultativa, e se torna obrigatória em fevereiro do ano que vem.

“O BC espera que, com essa medida, aumente a identificação de contas usadas para fraudes e a devolução de recursos, desincentivando fraudes. O compartilhamento dessas informações impedirá ainda o uso dessas contas para novas fraudes”, esclarece o banco, em nota.

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