
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) comunicou nesta sexta-feira (15) o acompanhamento da hantavirose no território baiano. Segundo o órgão, até o momento não há registro de surto da doença no estado.
Segundo Ministério da Saúde, o último caso confirmado de hantavirose na Bahia ocorreu em 2004.
Como se proteger
A doença é uma zoonose tida como rara no Brasil, transmitida por roedores silvestres infectados. Sua contaminação se dá a partir da exposição à urina, fezes e saliva do animal.
As autoridades de saúde orientam:
- evitar contato com urina, fezes e saliva de roedores,
- proteger alimentos e caixas d’água,
- vedar frestas e acessos que favoreçam a entrada desses animais
- higienizar adequadamente ambientes fechados por longos períodos.
- locais com sinais de roedores devem ser ventilados antes da limpeza, evitando varrição a seco, para reduzir o risco de inalação de partículas contaminadas.
A prevenção depende principalmente da redução do contato com esses animais, além da adoção de cuidados na limpeza de ambientes potencialmente contaminados.
E os sintomas?
Os sintomas se diferenciam de acordo a gravidade do quadro do infectado. São divididos em:
Sintomas inicias:
- febre
- dor de cabeça
- dores musculares
- náuseas
- vômitos
- diarreia
- dor abdominal
Já em quadros graves, a doença pode trazer ao enfermo tosse, falta de ar, insuficiência respiratória e comprometimento cardiovascular, exigindo atendimento hospitalar imediato.
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A Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa) reforça que todo caso suspeito de hantavirose deve ser notificado e investigado imediatamente, conforme os protocolos nacionais de vigilância epidemiológica.
