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Boca De Me Dê - 24/04/2026, 00:00 - Da Redação

Boca De Me Dê: no aperto, salgado, passarela do pânico e abandono

Sextou e já sabe, né? Tem muita fofoca e denúncia chegando

Pastor Isidório colocou Vinci Airports no "pau"
Pastor Isidório colocou Vinci Airports no "pau" |  Foto: Ilustrativa/Google Gemini

KISS & FLY NO APERTO

A Kiss & Fly aprontou tanto no Aeroporto de Salvador que o deputado Pastor Sargento Isidório (Avante) resolveu botar a Vinci Airports no "pau", como diz o linguajar popular. O parlamentar acionou o Ministério Público Federal (MPF) para questionar a polêmica cobrança feita aos motoristas nos arredores da estrutura. Vai ficar "feão" para a Vinci essa repercussão, mas não há bolso que aguente esse "pedágio" em área pública. O sargento já mandou o recado: vai ser aperto total!

A PELEJA DOS "UBI"

Pegar um Uber em Salvador já não é tarefa fácil em dia de sol, mas em dia de chuva, meu parceiro, a coisa vai para o "escambau". Além do preço disparar com a tal da tarifa dinâmica, a plataforma dificulta a vida de quem mora mais longe. A queixa que chegou para a Boquinha de Me Dê é que o app sugere rotas que duplicam o tempo de corrida, enquanto os motoristas cancelam geral. O passageiro fica no vácuo, no molhado e com a carteira vazia!

TUDO ALAGADO DE NOVO

É só a chuva cair para Salvador ficar embaixo d’água. São tantas ações anunciadas para aguentar o período chuvoso, mas não tem jeito… se o "toró" cair um pouco mais forte, o cenário é o mesmo: ruas alagadas, engarrafamentos e buraqueiras encobertas que causam um "preju" retado aos motoristas. Alguém está trabalhando errado ou Salcity nasceu para ser Veneza. O povo não aguenta mais nadar para chegar em casa!

SEM BUZU FICA DIFÍCIL

Leitores assíduos desta coluna estão "retados" com a bagunça no transporte público do Vale dos Lagos. A linha 1374 (Vale x Terminal Pituaçu) simplesmente some após às 18h. É um transtorno para quem quer voltar da labuta e não encontra transporte. Dá um grau nessa situação aí, Semob!

ESTACIONAMENTO SALGADO

A galera que frequenta a Feira de São Joaquim está na bronca com o estacionamento da empresa Estapar. Para fazer as compras, o cabra tem que entrar em um pé e sair no outro, porque a cada meia hora o valor fica mais salgado que carne de sertão. Tenham pena do povo que só quer garantir o almoço!

PASSARELA DO PÂNICO

Atravessar a passarela que liga a Estação Pernambués ao Salvador Shopping, à noite, é pedir para passar mal. O local está um verdadeiro breu, gerando pânico e tensão, especialmente para as mulheres. Faz tempo que essa situação se arrasta e ninguém resolve. Vão esperar uma tragédia acontecer para trocar as lâmpadas? Quem fiscaliza esse apagão?

PRAÇA DO ABANDONO

Quem passa pela Praça do Campo Grande fica impressionado com o descaso. É buraco, sujeira e alambrado cortado, uma baderna em pleno coração da capital. Se não derem uma atenção logo, o Campo Grande vai acabar virando o Aquidabã. Vamos cuidar do que é nosso!

BIENAL DA BADERNA

A Bienal do Livro, realizada nos últimos dias em SalCity, deu o que falar, mas não foi só por causa dos autores. Segundo soube a Boca De Me Dê, a desorganização, filas enormes e pouco espaço de circulação se destacaram na feira literária, tirando o brilho dos livros e dos eventos paralelos. É uma pena que um evento tão aguardado pelos soteropolitanos fique marcado pela bagunça e pela falta de logística. Mais leitura e mais organização para a próxima, por favor!

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VENDA NOS OLHOS

Depois de fazer tanto barulho na cidade, prometendo coibir a venda de sacolas plásticas com logomarcas, o Procon de Feira de Santana parece ter colocado uma venda nos olhos. Os mercados seguem livres para obrigar o cliente, que não levou sacola e não acha uma caixa de papelão sequer nos corredores, a pagar pelo plástico. No final, além de enriquecer os empresários, o consumidor ainda vira garoto-propaganda dos atacados de graça. Cadê a fiscalização, meu povo?

CRISE NA PISTA

Apesar dos anos de estrada, o Grupo MC, que detém concessionárias de peso na Princesa do Sertão, não conseguiu driblar a crise e entrou em recuperação judicial. Com a saúde financeira baqueada, mas com as lojas abertas e pátios cheios, os empresários agora correm contra o tempo para reorganizar as dívidas, quitar débitos e tentar deixar o nome limpinho de novo. O mercado de veículos na região sentiu o baque!

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