
MORADORES NA REVOLTA
Quem mora nos bairros do Alto do Cabrito e Boa Vista do Lobato está comendo o pão que o inimigo amassou com o transporte público. Esta coluna atenta recebeu inúmeras reclamações sobre os horários de saídas dos coletivos da Estação Pirajá que estão totalmente desregulados e não atendem a população da forma como deveria. Segundo a galera, tem dias que o tempo de espera é de mais de 1h na fila, isso depois de um dia exaustivo de trabalho. O pedido do povo é que a Semob olhe com mais atenção para essas localidades e consiga dar um jeito para que tenham o mínimo de dignidade.
BURACO E FEDOR
O maior bairro de Salvador, Cajazeiras, vem numa labuta danada quando o assunto é buraco. E pra piorar a situação, os ‘benditos’ ainda vem seguido de água de esgoto, que deixa tudo fedorento e causa o maior caos para os carros e pedestres. Um exemplo disso é um que apareceu na 11, no meio da rua, e os moradores precisaram encher de madeiras para sinalizar e evitar acidentes. Disse que ninguém suporta o fedor da água suja e o risco de um carro desviar e bater em outro na via é grande. Cajacity merece uma pista de qualidade, afinal de contas, por lá tem muitas histórias para contar.
ESTACIONAR FICOU CARO
O Ministério Público da Bahia abriu investigação contra uma empresa de estacionamento no Itaigara para apurar cobrança abusiva e falhas de segurança contra incêndio. A apuração envolve a unidade localizada na Avenida ACM e foi instaurada pela Promotoria de Justiça do Consumidor de Salvador. É aquela velha história: o cidadão paga para estacionar, entrega o carro, entra no shopping ou no estabelecimento e presume — veja só a ousadia! — que o local oferece condições mínimas de segurança. Assim não dá pra ficar.
PARQUE DE PAPEL
Dois meses após a inauguração, o Parque Bonocô já virou alvo de reclamações por parte dos moradores da comunidade. Parece que os materiais utilizados na construção do espaço não eram da melhor qualidade, e o que se vê pelo parque é um cenário de desgaste, sujeita e o piso caindo aos pedaços. Tanto dinheiro investido pra nada? E essa conta, quem é que paga? Fica aí o nosso questionamento.
BREU E BURAQUEIRA
À noite na rua Betel, em frente a 11ª delegacia, no bairro de Tancredo Neves, tem sido um verdadeiro breu para os moradores da comunidade. Várias pessoas que moram no local procuraram a Coluna Boca no Trombone para pedir que os responsáveis olhem para a periferia e troquem as lâmpadas que já vão fazer aniversário de queimadas. E não é só com a escuridão que a galera está retada. Parece que esqueceram também de tapar os buracos no asfalto da rua Piauí, também em Tancredo Neves. Desde jeito vão ter que interditar o bairro pra ter que fazer tanto serviço, já que deixaram acumular...
O POVO QUE LUTE
A gente sabe que o transporte público precisa atender ao maior número de pessoas possíveis, mas não dá pra colocar as linhas pra rodarem em lugares que não têm condições. Passar um ônibus no bairro de Vila Mar, Estrada Velha do Aeroporto, tem sido cada vez mais difícil. Os moradores e comerciantes estacionam os carros no meio da pista e muitas vezes os ônibus levam mais de 10 minutos, isso quando o motoristannao desliga o carro, em um percurso que deveria cerca de 3 minutos. A Transalvador e a SEMOB já sabem desse problema há muito tempo, mas parece que não estão muito interessadas em resolver. O povo que lute pra sair mais cedo para seus compromissos.
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BEBIDA VENCIDA NA PITUBA
Mas rapaz, era só o que faltava: o Ministério Público da Bahia abriu investigação contra o depósito Pinguim 24h, na Pituba, em Salvador, depois de fiscalizações apontarem possíveis irregularidades na comercialização de bebidas. Foram encontrados produtos com prazo de validade expirado e recipientes sem informações essenciais, como identificação do fabricante, composição, lote ou data de fabricação. A investigação ainda está em curso, mas o episódio serve de alerta: fiscalização de verdade começa onde termina a confiança cega no fornecedor. Esta coluna seguirá botando a boca no trombone, mas vocês, leitores, cuidado com a bebida em que bota sua preciosa boquinha!
SERVIÇOS VIÁRIOS CORRUPTOS
Tem construtora constrangendo secretário e fazendo, literalmente, desaparecer. Esse tipo de atitude, em pleno século 21, costuma dar problema. O chicote que colou em velhos carnavais hoje não cola mais. Estão sendo apurados todos os possíveis trambiques para que se exploda esse ninho de conluio e podridão. Mexeram de forma errada num tabuleiro cheio de telhados de vidro e a apuração vai até o fim para descobrir todos os pormenores desse mar melado de várias cacas.
A SAGA CONTINUA
A população de Salvador continua reclamando muito sobre a quantidade de lixo pelas ruas. Esta coluna recebeu um vídeo gravado no bairro do Uruguai onde para todos os lados que se olha, tem sujeira espalhada. O povo também precisa parar de jogar os dejetos em qualquer canto, mas é necessário um planejamento para conter essa onda de imundície que tomou conta da capital baiana.
BURACO NO CAMINHÃO DO LIXO
Em Feira de Santana, até o carro da limpeza pública virou vítima dos buracos. Um veículo da Prefeitura ficou preso após cair em uma cratera na Rua Água Verde, no Parque Ipê. O caminhão precisou ser retirado com dificuldade e o caso chamou atenção para as condições da via. O secretário de Infraestrutura informou que o prazo para o reparo dependeria da extensão do dano. Se até o carro que recolhe o lixo está ficando preso, fica difícil cobrar agilidade no serviço.
LIXO, MATO E RECLAMAÇÃO
Moradores de Feira de Santana também denunciaram problemas de infraestrutura e limpeza em diferentes pontos da cidade. Entre as queixas estão acúmulo de lixo, mato alto e ruas sem pavimentação, situações que acabam dificultando a circulação e incomodando quem vive nas regiões afetadas. É o tipo de problema que pode até parecer pequeno para quem passa de carro, mas vira rotina para quem precisa conviver com ele todos os dias.
FERRY SOB PRESSÃO AMBIENTAL
Olha isso, pai! A situação do Ferry, no Terminal Marítimo de São Joaquim, em Salvador, ganhou novo capítulo na Justiça. A Internacional Travessias Salvador foi obrigada, por decisão judicial, a adotar uma série de medidas de prevenção e combate a incêndios no terminal do Ferry-Boat. E o processo surgiu após muita Boca no Trombone por aqui. Teve inspeções do Ministério Público do Trabalho e do Corpo de Bombeiros que identificaram falhas de segurança, inclusive riscos relacionados ao armazenamento de líquidos combustíveis. A decisão fixou prazos de 30 a 90 dias para diferentes adequações e multa diária de R$ 10 mil por obrigação descumprida, limitada inicialmente a R$ 1 milhão. O MPT afirma que os riscos alcançavam trabalhadores, usuários do sistema e pessoas que circulam no entorno. A empresa havia sido chamada anteriormente para firmar um Termo de Ajustamento de Conduta, mas a negociação não avançou. Agora me digam, se os trombones cantaram desde 2025, por que foi preciso chegar à Justiça para que medidas básicas fossem determinadas? Seguiremos de olho e com o trombone na boca!

