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Boca No Trombone: situação deplorável, preço de ouro e desvio fatal

É dia da coluna mais afiada do MASSA!

Da Redação
Da Redação
Coluna Boca no Trombone sai às sextas
Coluna Boca no Trombone sai às sextas |  Foto: Editoria de arte/A Tarde

SITUAÇÃO DEPLORÁVEL

Rapaz, a região da Barroquinha já anda descendo ladeira abaixo há anos, mas a situação lá só piora. Uma leitora dessa coluna se revoltou com o estado precário que os pontos de ônibus do final de linha se encontram. Assim como diversos equipamentos de Salvador, as estruturas estão completamente enferrujadas e as madeiras desgastadas, trazendo riscos a quem frequenta o local. Uma manutenção rotineira para manter a cidade bem cuidada seria de bom grado.

PREÇO DE OURO

Quem utiliza o aeroporto de Salvador tem se deparado com cobranças absurdas nas lojas que ocupam o equipamento. Os preços totalmente fora da realidade e exorbitantes. Por exemplo, 1kg de farinha a R$ 35 e uma garrafa de água a R$ 16 é para espantar geral. Os valores estão espantando a galera e gerando inúmeras críticas, inclusive daqueles que tem um poder aquisitivo maior. Vamos dar uma balanceada aí, porque senão vão continuar com as lojas vazias, já que o povo tem evitado consumir por lá pra não sair mais pobre do que entrou.

DERRUBANDO TUDO

A velha conhecida dos baianos pela agonia na gestão dos ferries, a Internacional Marítima, agora é apontada também por derrubar árvores no entorno do Terminal de São Joaquim, sem a devida autorização. Como se já não bastasse a escassez do verde na cidade, ainda vem essa empresa cometer crime ambiental. A legislação vale para grandes mineradoras, indústrias e também para quem administra equipamentos públicos e áreas urbanas.

DESVIO FATAL

Quem já passou pela Estrada da Cascalheira sabe bem o perigo constante que é. Muito utilizada por motoristas que buscam fugir do pedágio da Estrada do Coco, a via, com cerca de 4 km de extensão, também é apontada por moradores como rota para assaltos e sequestros, favorecidos pela falta de iluminação e fiscalização. Segundo relatos enviados à Boca no Trombone, até criminosos armados com fuzis circulam pela região sem qualquer pudor. No fim das contas, talvez economizar menos de R$ 10 no pedágio não seja tão ruim assim.

ATÉ QUANDO?

Já virou carta marcada: quando o assunto é universidade com problemas estruturais, a Unijorge parece estar no top 1 com sobras. Diversos estudantes procuraram a Boca no Trombone para reclamar de ar-condicionados e bebedouros quebrados, falta de limpeza nos banheiros e carteiras malcuidadas. Enquanto isso, tem coisa que funciona direitinho: a mensalidade, que não para de aumentar. Para cobrar, a instituição parece não ter nenhum problema estrutural.

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NEM A FÉ TÁ AJUDANDO

Moradores da Rua São Félix, no bairro Tomba, em Feira de Santana, já estão de saco cheio dos problemas de infraestrutura. Muito utilizada também por frequentadores de uma igreja evangélica, a via está entregue às próprias condições, sem qualquer tipo de pavimentação e com poeira, buracos, acúmulo de água da chuva e lama. Será que a Seinfra não está vendo a situação ou só está se fazendo de cega? Porque, do jeito que está, só a fé mesmo para ajudar quem precisa passar por ali.

TUDO PARADO NA PRAÇA

Os moradores do Alto do Cabrito, em Salvador, estão chateados com uma obra na Praça Bela Vista do Lobato que, de acordo com eles, está completamente abandonada. O local está rodeado de tapumes, mas nada que se pareça com uma obra está acontecendo. Ainda segundo os reclames, a revitalização contava com três funcionários, que depois desapareceram. Folhas secas tomaram conta do equipamento degradado que deveria servir como área de diversão para a população. Alô Desal, dá um chega lá pra ver essa situação.

SERRA QUE QUASE VIROU MINÉRIO

A serra da Chapadinha, na Chapada Diamantina, ganhou proteção oficial. O governo da Bahia criou um Refúgio de vida silvestre com 18,3 mil hectares. A região vinha sendo pressionada por interesses minerários e a Mineração Novo Rumo era a empresa que havia chegado mais longe na corrida pelo minério de ferro. Agora a mineração está proibida dentro da unidade de conservação. Mas a pergunta que não quer calar: quantas outras Chapadinhas ainda precisam entrar para lista de conservação para que não seja destruídas?

GALHO PRA TODO LADO

Moradores do Trobogy estão tendo que andar pelo meio da rua para se esquivar dos galhos de árvores no passeio. A pergunta que todo mundo quer saber é: quem fiscaliza essa situação? É galho pra todo lado e quem está passando pelo bairro tem que se bater pelas árvores ou então andar pelo meio da pista. Assim fica difícil.

MAGNUS DEI

Ao contrário do sacrifício feito por Jesus - agnus dei, os sacrificados agora são outros. Após abandonar a empresa de saúde a míngua, deixando de atender os usuários e não pagando aos corretores, um falso profeta golpista agora está querendo tirar proveito da fé, se vendendo como um arauto da religiosidade. Assim como na área da saúde, nada de bom vai vir dessa fé demais!

BUZU ATRAPALHANDO O POVO

Transporte coletivo em Salvador é motivo de estresse puro para a galera. Uma leitora dessa coluna relatou que a linha 204 da STEC (o famoso amarelinho), que faz o trecho Conjunto Arvoredo-Itapuã, está uma confusão só por conta da falta de horário certo pra sair. Além disso, ela também contou que a sinalização asfáltica das ruas no bairro Tancredo Neves está péssima e precisando de requalificação urgente. O povo vem cobrando insistentemente por melhorias e aguardando na fé que tudo aconteça.

ENERGIA VERDE, IMPACTO NEM TANTO

A empresa do setor de energia renovável Serena aparece em outro episódio da novela ambiental baiana. Em Gentio do Outo, a companhia está no centro de planos para instalar data centers associados à geração de energia. Projetos desse tipo não twriam passado pelo mesmo processo de licenciamento ambiental aplicados à empreendimentos dessa natureza. Energia renovável é ótima, mas não funciona como salvo-conduto ambiental

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