
Com 52 anos de existência, o bloco Commanche do Pelô promove uma roda de conversa nesta terça-feira (16), para debater, planejar e celebrar a memória dos blocos afro-indígenas e a resistência cultural negra.
Com o tema “Importância dos blocos indígenas e sua preservação para futuras gerações”, o encontro acontecerá na sede da agremiação, localizada no Largo do Pelourinho, nº 7, Centro Histórico de Salvador, a partir das 16h.
O evento vai reunir nomes como a Dra. Elisângela Silva (advogada e projetista), Josemary Rodrigues (historiadora), Lindiane Soares (contadora e mentora), Verônica Santana (Africanidade e Afromeji) e Edson Costa (coordenador da Rede Emunde), que irão trocar ideias sobre a valorização e a participação dos blocos indígenas no Carnaval. Às 19h, no subsolo da sede, acontece a tradicional reza a Santo Antônio.
“Realizamos ações sociais durante o ano inteiro, mas esse encontro é de fundamental importância porque debatemos as heranças civilizatórias do povo indígena nos movimentos culturais que acontecem em Salvador. Entre essas ações de fortalecimento, faz parte da programação a Exposição Cultural 50 Anos do Commanche do Pelô, que tem visitação pública até o dia 30 de junho”, ressaltou Jorginho Commancheiro, presidente da agremiação.
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A realização do evento é do Sistema Nacional de Cultura (SNC) e conta com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via PNAB (Política Nacional Aldir Blanc), além do Ministério da Cultura e do Governo Federal.
