24º Salvador, Bahia
previsao diaria
Facebook Instagram
WHATSAPP
Receba notícias no WhatsApp Entre no grupo do MASSA!
Home / Famosos

Vixe - 24/02/2026, 22:20

Considerado foragido, defesa de Oruam apresenta laudo psiquiátrico

Profissional sugere que ele seja tratado fora da cadeia

Da Redação
Da Redação
Anteriormente, Oruam já foi preso
Anteriormente, Oruam já foi preso |  Foto: Reprodução/Instagram @oruamoficial

O cantor Oruam, de 25 anos, réu por duas tentativas de homicídio qualificado contra policiais civis, durante uma operação realizada em julho do ano passado, no Joá, no Rio de Janeiro, é considerado foragido da Justiça. Diante da situação, a defesa do rapper apresentou um laudo onde alega que ele têm transtornos psíquicos.

De acordo com o documento, o cantor "encontra-se em acompanhamento psiquiátrico, apresentando quadro clínico compatível com Transtorno de Ansiedade associado a Transtorno Depressivo Moderado".

Conforme o quadro clínico descrito, pode ocorrer um prejuízo "funcional significativo, interferindo de forma relevante na capacidade de desempenho pleno de atividades laborais, sociais e/ou cognitivas, especialmente em contextos que exijam tomada de decisão, autocuidado, manutenção de atenção prolongada, estabilidade emocional e resistência ao estresse".

Leia Também:

Ainda de acordo com o diagnóstico, Oruam tem um quadro clínico compatível com sofrimento psíquico e isso pode está sendo intensificado pelo "estado de hipervigilância constante diante da possibilidade de reclusão em ambiente prisional, pelas condições físicas de saúde anteriores (tuberculose e pneumonia) e pelas dinâmicas familiares complexas, sobretudo a ausência paterna e a vivência de estigmas sociais". O profissional sugere que o rapper seja tratado fora do sistema prisional, pois a prisão poderia piorar o quadro do artista.

Vale destacar que além das tentativas de homicídio, Oruam pode responder por crimes, como resistência, desacato, ameaça e dano qualificado.

Julgamento

O julgamento que aconteceria na segunda-feira (23), no Rio de Janeiro, foi remarcado para o dia 30 de março, pois o delegado Moysés Santana Gomes, uma das vítimas, não estava presente.

exclamção leia também