
Poucos dias após assinar os papéis e dar um novo passo no relacionamento com a influenciadora digital Emilly Araújo, o ex-BBB Davi Brito vai voltar à Justiça para resolver um problema do passado: o fim da relação com Mani Reggo. O ex-casal ainda discute o que será feito com o prêmio conquistado pelo baiano no reality show Big Brother Brasil 24, do qual ele foi campeão.
O processo de Reconhecimento e Dissolução da União Estável foi movido por Mani Reggo contra Davi Brito. A agora influenciadora digital quer reconhecer que possuía uma relação com essas características e, consequentemente, receber o que seria seu por direito em uma partilha de bens ao oficializar o término.
No ano passado, o Tribunal de Justiça da Bahia reconheceu a união estável dos dois em primeira instância. A decisão foi divulgada em abril de 2025, mas a defesa de Davi Brito recorreu e eles vão passar por uma audiência de conciliação em breve, no dia 26 de agosto de 2026.

A reportagem do MASSA! entrou em contato com a assessoria de imprensa e com o advogado de Mani Reggo, que informaram que ela não tem interesse em falar sobre o assunto no momento e que, em razão do sigilo do processo, a equipe jurídica não fará declarações.
Também entramos em contato com a assessoria de Davi Brito, mas não houve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto e o texto será atualizado assim que houver um posicionamento oficial.
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Entenda a audiência de conciliação
O advogado baiano Alisson Monteiro explicou como a audiência de conciliação vai acontecer. Em entrevista ao MASSA!, o especialista em Direito Penal pontuou que o processo de Davi Brito e Mani Reggo corre em segredo de justiça, mas que o padrão do procedimento aplicado para os dois é o mesmo adotado para outros ex-casais anônimos.
“A audiência de conciliação acontece para ver se o divórcio vai ser consensual e se vai haver acordo. É como se fosse uma oportunidade para as partes dizerem assim: ‘Vamos negociar para não precisar que o juiz decida’. Se as partes fizerem acordo, o juiz não precisa julgar nada, ele carimba, dá o ok e cada um segue a sua vida. E se não, o caso vai para a audiência de instrução, onde se produz as provas e o juíz dá a sentença”, detalhou o advogado.

