
Uma pessoa foi presa e seis espaços de bronzeamento artificial foram interditados durante a Operação Skincare, em Salvador e Lauro de Freitas, na sexta-feira (8). Os estabelecimentos tinham produtos e máquinas com irregularidades.
Segundo a Polícia Civil da Bahia (PC-BA), a prisão em flagrante ocorreu pelo crime de comercialização de medicamento adulterado sem autorização. Além disso, três responsáveis pelos estabelecimentos foram levados para a delegacia e responderão a Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO).
Máquinas proibidas foram apreendidas
De acordo com as investigações, cinco dos locais vistoriados utilizavam máquinas de bronzeamento artificial proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
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A polícia afirma que os equipamentos podem causar danos à saúde, incluindo queimaduras e câncer de pele. Produtos sem registro, vencidos ou adulterados também foram apreendidos durante a operação.
Investigação aponta riscos à saúde
O inquérito é conduzido pela Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), ligada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais.
Segundo a investigação, os estabelecimentos podem ter praticado publicidade enganosa ao prometer resultados estéticos sem comprovação, além de expor clientes a riscos sanitários e lesões na pele.
Por que os espaços foram fechados?
Os seis estabelecimentos , sendo que quatro estavam localizados em Salvador e dois em Lauro de Freitas, foram interditados por falta de licença de funcionamento.
A Operação Skincare contou com apoio das vigilâncias sanitárias municipais, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo e do Procon Bahia. As investigações continuam para apurar outras possíveis irregularidades.
