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FEZ A LIMPA - 02/03/2026, 07:19 - Wiliam Falcão - Atualizado em 02/03/2026, 11:28

Vídeo: sede de apoio de crianças com autismo é furtada em Salvador

Suspeito levou estoque de quase um mês leite em pé

Suspeito ainda não foi identificado
Suspeito ainda não foi identificado |  Foto: Ilustrativa/Reprodução/Google Street View

Um homem invadiu a sede da Associação de Amigos do Autista da Bahia (AMA-BA), na noite da última sexta-feira (27), no bairro de Pituaçu, em Salvador. A Polícia Civil investiga o caso. O suspeito entrou na sede do AMA-BA após o expediente e levou sete notebooks, dois celulares, outros equipamentos eletrônicos e ingredientes dos lanches dos pacientes, incluindo o estoque de quase um mês de leite em pó.

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Para ter acesso ao local, o homem entrou por uma janela que estava com vidro quebrado. Câmeras de segurança flagraram a ação. Na fuga, um oitavo notebook caiu e foi deixado para trás.

O perfil oficial da associação republicou uma postagem de uma psicopedagoga identificada como Tatiana Doria.

"Nossa indignação não é apenas revolta. É defesa do cuidado. É proteção da infância. É compromisso com a inclusão. Que esse ato não nos paralise, que nos una. Cuidar de quem cuida também é responsabilidade afetiva", diz a mensagem divulgada nos stories.

Assista ao vídeo:

De acordo com a Polícia Militar da Bahia (PM-BA), nenhuma equipe foi acionada.

Prejuízo gigante

Os prejuízos causados pelo roubo são além das questões financeiras. Em contato com o MASSA!, a presidente da AMA-BA, Rita Valéria Brasil, revelou que os equipamentos tinham muita importância para o acompanhamento das crianças assistidas pela instituição.

“O que me dói bastante é o fato das informações sigilosas que tinham dentro dos computadores das duas psicólogas e das duas assistentes sociais. Informações das escolas de matrícula, estava tudo dentro desses notebooks”, lamentou.

Há quase 23 anos à frente da AMA-BA, ela afirmou nunca ter passado por uma situação parecida. Contudo, Rita alertou que a insegurança na rua onde fica a instituição tem sido um grande problema para todos os moradores.

“Ele já tinha passado por uma outra casa em um condomínio, aqui na rua, se assustou com um adolescente e saiu correndo. Foi aí a hora que ele entrou aqui, em uma ação rápida de 15 a 20 minutos”, disparou.

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