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Move Brasil - 22/05/2026, 22:50 - Da Redação e Agência Brasil

Nome sujo pode dificultar acesso ao Move Brasil

Programa visa ajudar motoristas de aplicativos e taxistas a comprarem veículos novos

O governo federal disponibilizou R$ 30 bilhões para o programa neste mês
O governo federal disponibilizou R$ 30 bilhões para o programa neste mês |  Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Após a criação de linhas de financiamento com juros mais baixos para o programa Move Brasil Táxi e Aplicativos, publicada na última terça-feira (19), interessados no Move Brasil podem esbarrar em um o maior obstáculo do mercado de crédito: o CPF com restrições, ou nome sujo.

Uma das vertentes do programa é voltada a motoristas de aplicativo, taxistas e cooperativas, com previsão de até R$ 30 bilhões em crédito para a compra de veículos de até R$ 150 mil.

Entenda o programa

O programa Move Brasil, que vai oferecer financiamento com taxas de juros mais baixas para empresas de transporte rodoviário de carga, cooperativas e caminhoneiros autônomo.

A ação prevê condições mais vantajosas em comparação ao mercado tradicional de crédito para veículos.

Motoristas de aplicativo terão de comprovar atividade mínima na plataforma, com cadastro ativo há pelo menos 12 meses e comprovação de corridas no período, enquanto os taxistas deverão apresentar regularidade cadastral e fiscal.

Entre as vantagens divulgadas estão:

  • Financiamento de carros novos de até R$ 150 mil
  • Prazos que podem chegar a até 72 meses
  • Possibilidade de período de carência
  • Juros abaixo das taxas praticadas no mercado

Os veículos financiados deverão atender a critérios de sustentabilidade ambiental, podendo incluir modelos flex, híbridos, elétricos ou movidos a etanol.

A medida também abre a possibilidade de condições diferenciadas para mulheres, com taxas menores e prazos mais favoráveis, além da inclusão de itens de segurança no financiamento.

Mas e quem tem o nome sujo?

Em um país onde mais de 80 milhões de brasileiros estão endividados, o cenário preocupa. Embora pessoas com restrições no CPF possam solicitar financiamento, isso não elimina os critérios tradicionais usados pelas instituições financeiras.

Renda mensal, score de crédito, histórico de inadimplência e capacidade de pagamento continuam sendo fatores decisivos para a liberação.

O acesso ao programa será feito por uma plataforma digital, onde o motorista poderá autorizar o compartilhamento de dados financeiros para análise do crédito, mas ainda segue dependente da avaliação dos bancos, o que pode limitar o interessado.

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