
Estudantes do Colégio Estadual de Camaçari e do Centro Educacional Marquês de Abrante, localizados no município de Camaçari, irão expor três produções audiovisuais autorais de forma gratuita na Mostra de Cinema CIM, nesta quinta-feira (3) e sexta (4).
A exposição ocorreu no Teatro Cidade do Saber (TCS) e no Teatro Tupinambá. A primeira sessão acontece no primeiro TCS, na sede do município, na quinta às 14h. Enquanto na sexta-feira, também às 14h, a programação segue no Teatro Tupinambá, em Abrantes.
Curtas são fruto do projeto
Durante o projeto CIM – Cinema: Imagem em Movimento, realizado pelo Coletivo Fora da Caixa, com parceria institucional do Instituto Casa Coletivo, os jovens conheceram as diversas etapas da produção de um filme, como: linguagem audiovisual, narrativa, roteiro, direção, fotografia, áudio, iluminação e produção.
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As produções abordam temas como desigualdade social, memória indigena, pertencimento, amizade e desafios vividos durante a juventude. Conheça os filmes:
➡️ “O Barulho da Fome”: estudantes e merendeiras enfrentam um monstro que está muito além da fantasia. Entre filas, pratos, silêncios e ausências, o curta propõe uma reflexão sobre a fome e as diferentes faces das desigualdades sociais.
➡️ “As Vozes da Praça”: em um lugar conhecido para moradores de Vila de Abrantes, a Praça da Matriz, o filme retrata, um grupo de estudantes que durante um trabalho escolar começa a ouvir misteriosas vozes que os conduzem às memórias dos povos indígenas que viveram naquele território. Inspirado no sítio arqueológico existente na praça, o filme aborda a memória, ancestralidade e a importância de preservar histórias que permanecem vivas.
➡️“O Último Encontro”: seis estudantes do ensino médio, punidos às vésperas da formatura, precisam reorganizar a biblioteca da escola para recuperar o direito de participar da cerimônia. O que começa como uma convivência forçada dá lugar a conflitos, descobertas e reflexões sobre amizade, pertencimento e as incertezas de um futuro que começa a se aproximar.
A sessão ocorre por meio da Secretaria de Cultura (Secult). Enquanto o CIM é patrocinado pela TAG e pelo Governo da Bahia, por meio do Fazcultura, da Secretaria de Cultura e da Secretaria da Fazenda.

